Renovação

CBV quer manter Bernardinho na seleção e garante não ter plano B

Publicado em 24/10/2016 , às 17 h36

Agência Estado

Família deve ter influência na decisão de Bernardinho sobre permanência na seleção. / Foto: AFP.

Família deve ter influência na decisão de Bernardinho sobre permanência na seleção. Foto: AFP.

A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) não cogita ficar sem o técnico Bernardinho para comandar a seleção masculina. Atual campeão olímpico, ele ainda não decidiu se permanece, até pelo desgaste de treinar a seleção e o time feminino do Rexona-Sesc Rio. Mas a entidade avisa que sua renovação é prioridade.

"Não tem prazo, nunca demos. Não existe isso. A ideia é resolver o mais rápido, mas caras como ele e o Zé Roberto têm de ter o prazo que quiserem. Vamos esperar um pouco mais sem problema. Claro que não quero esperar até o final do ano. Ele sabe do convite, Queremos ele e sei que ele quer ficar", avisou Ricardo Trade, CEO da CBV.

O dirigente lembra, inclusive, que não trabalha com outro nome para a função. "Não temos plano B para técnico da seleção. Temos só o plano A. Está na mão dele", disse. "No final de maio acaba a Superliga e só depois tem jogos da seleção. Queremos a resposta ainda este ano. Em 15 dias a gente deve resolver isso. Caras como ele e o Zé Roberto são bons demais, eu preciso deles", continuou.

Bernardinho não esteve no lançamento da Superliga nesta segunda-feira, em São Paulo. Ele está nas Filipinas, onde o Rexona-Sesc disputou o Mundial de Clubes, e retorna ao Brasil nesta terça-feira. Até por causa da importância da competição, Trade conversou com ele antes da viagem e preferiu deixar o comandante se concentrando apenas no clube. "Ele queria ficar focado no Mundial, e também quer conversar mais com a família. A gente vai marcar de novo quando ele chegar."

Família

A decisão de Bernardinho passa por sua família. Treinar a seleção masculina e o Rexona-Sesc tem sido difícil e ele tem tido pouco tempo em casa. Por isso, ele pode acabar optando por apenas um dos projetos. O próprio filho Bruninho, levantador do Sesi, já colocou seu ponto de vista e acha que o pai não precisa assumir as duas equipes para poder ter mais tempo em casa.

Para Trade, todo esforço será importante para mantê-lo na função na seleção. "Pode ser uma proposta de ficar mais esse pedaço de tempo que já assumiu com o Rexona e depois ficar com a gente. Nós queremos. Quem no mundo tem ele e Zé Roberto?"

PALAVRAS-CHAVE: vôlei esportes

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